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Respeito

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Estará o mundo a caminhar para melhor agora que há tantos coaches (influencers) a ensinar tudo o que nunca aprendemos antes? Por exemplo, a saber gerir as emoções, ou potencializar o nosso verdadeiro EU… ou será que, com tantos EUs potencializados, vai haver cada vez mais gente megalómana, egocêntrica…? Se assim for, com cada um a interpretar tudo à sua maneira, e achando-se melhor que os demais, a mediocridade vai continuar a imperar. Por mim falo, gosto e necessito de ouvir as “lives” destes novos ‘profissionais’ da comunicação, ou ler tudo a respeito, pois sou uma “tragédia ambulante” em termos de inteligência emocional ou seja, a lidar com as emoções, particularmente em relação a gente destrambelhada que sabe tão bem manipular, como quem não quer nada. E quer tudo. Habituo-me a ficar bem sozinha, na paz, porque a paciência se esgota ao fim de algum (pouco) tempo. Serei eu realmente algum ser especial, ou anormal, na medida em que a “normalidade” já não combina comigo, dá-me asco...

A Justiceira...

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Participei de uma formação de 8 horas em 2 dias: Atitude Coach – Relações Interpessoais. Gosto deste tipo de formação, onde encontro pessoas de todas as idades e com diferentes maneiras de ser e pensar, o que me faz ver uma amostra do mundo onde vivo, digamos assim. Sempre há uma ou outra pessoa mais retraída, introvertida (incluindo eu), porém, a maioria costuma ser participativa, e quase me dá vontade de dizer “gostava de ser assim, eloquente”. Porém, cada um é como cada qual. Sou como sou, e já não vou mudar. Só se houvesse muita necessidade nesta altura da vida, uma questão de vida ou de morte… Quando da apresentação de cada um de nós, normalmente no primeiro dia, a formadora pediu que cada um mencionasse um herói com quem se identificasse. Deixei-me ficar para ser quase a última a falar, como de costume, e também porque queria tempo para pensar, qual seria o herói com que me identifico. Não li nem me contaram muitas histórias quando era criança, mas lembro-me que na juventude gost...

Afetos

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Hoje seria dia de aniversário do pai falecido há 24 anos, ele teria agora 91 anos, linda idade para quem consegue lá chegar, com saúde física e mental. Porque a vida vale a pena quando há alegria de viver e o afeto de quem está ao nosso redor; não necessariamente da família, muitas vezes. A mãe vai envelhecendo e se queixando sempre de falta de afeto, nunca soube o que isso era desde que nasceu. E nunca ninguém conseguiu dar-lhe o que sempre lhe fez falta. Irremediavelmente. O ser humano não pode viver sem AFETO. E cada um poderá chamar afeto ao que quiser. Às vezes temos opiniões diferentes de tudo, e é por isso que nunca deixa de haver guerras no mundo. A guerra começa a nível particular, na casa de cada um, quando ninguém se entende a nível emocional. O afeto muda tudo. O melhor presente sempre será afeto e carinho. Não existe melhor maneira de começar o dia do que com carinho e afeto. Sentir o afeto de alguém é como sentir um abraço apertado. Quando alguém nos procura com frio, ...

Ai o Amor...

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Ontem foi mais um dia dos Namorados, os restaurantes cheios, menus especiais para a ocasião… outros farão o seu dia especial no conforto da sua casinha e agora em tempo de inverno convida ao amor junto à lareira… Bonito de ver que o Amor ainda existe por aí… seja lá o que isso for para cada um de nós! Muitas vezes, pode ser uma pura perda de tempo, a menos que seja um amor louco, apaixonado e extraordinário… Há muitas coisas medíocres na vida, e o Amor não deveria ser uma delas... Amor TEM QUE incluir paixão, cumplicidade, desejo, respeito e confiança, amizade… Porém, há quem se esqueça que, para amar alguém, é preciso amar-se primeiro. Isso faz imenso sentido, para mim. Não é possível dar a outro(s) o que não temos para nós. Nesta perspetiva, o Amor é egoísta, sim, pois só me amando e nutrindo amor por mim, é que não necessitarei de procurar amor externamente e nesse ponto… ahhh nesse ponto, o amor que encontrares será real… e não apenas uma necessidade para preencher algo que está “v...

Momento...Vida!

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A vida é um momento. Não adianta estar a contar os minutos, os dias, meses, anos, décadas. Para quê, há apenas que VIVER, simples assim! E se for de modo sereno, melhor ainda. Acordar com saúde a cada manhã, agradecer, fazer o que se gosta (de preferência, quem tiver essa sorte), adormecer, agradecer de novo, e esperar acordar no dia seguinte, com o som da chuva a cair ou o sol a entrar pela janela, tudo é lindo! Antes de tudo, estou lentamente a aprender a ser, estar neste momento. Como existir. Como entender que não posso controlar a vida, que só posso experimentá-la, tanto na sua luz como nas fases de escuridão. Aprendo que o apego “em nome do amor” não faz bem, e que o amor sem apego pode ser bem melhor. Reaprendo a rir, a chorar e a sentir através de tudo isso, como acolher a confusão e a alegria que acompanham o amor, o viver, e cada eventual rutura. Estou lentamente a aprender a aceitar onde estou, como sou. Esta lenta aprendizagem faz com que eu simplesmente acredite na pessoa ...

Good Vibes!

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E janeiro voando, está quase a terminar… Terminei 2022 a confirmar que eu sou a minha melhor companhia! E vocês, se alguém me lê, já pensaram no assunto? Tipo assim “Universo, Universo meu, existe alguém melhor do que eu?” Um reset de mim na entrada de cada novo ano, com estas resoluções, desde há algum tempo: fazer apenas o que trouxer felicidade, ou rodear-me somente de boas vibes… Haja saúde e paz, o resto eu posso correr atrás! O mundo tá cheio de gente estranha, até mesmo na própria família, infelizmente. “A gente vai deixando de procurar, vai deixando de sentir falta, vai deixando de querer saber notícias, e quando vê, já não sente mais nada.” Grande balanço de 2022: deixar de sentir, deixar de querer, deixar de esperar, baixar as expectativas sobre família, amizades, relações sociais, laborais, reconhecimento e, por fim, encarar de frente a (des)humanidade… Desistir? Nunca, isso seria morrer lentamente. Ter mais paz, desapegar… et voilá! Vamos ser felizes! O grande segredo ...