Momento...Vida!
A vida é um momento. Não adianta estar a contar os minutos, os dias, meses, anos, décadas. Para quê, há apenas que VIVER, simples assim! E se for de modo sereno, melhor ainda. Acordar com saúde a cada manhã, agradecer, fazer o que se gosta (de preferência, quem tiver essa sorte), adormecer, agradecer de novo, e esperar acordar no dia seguinte, com o som da chuva a cair ou o sol a entrar pela janela, tudo é lindo!
Antes de tudo, estou lentamente a aprender a ser, estar neste momento. Como existir. Como entender que não posso controlar a vida, que só posso experimentá-la, tanto na sua luz como nas fases de escuridão. Aprendo que o apego “em nome do amor” não faz bem, e que o amor sem apego pode ser bem melhor. Reaprendo a rir, a chorar e a sentir através de tudo isso, como acolher a confusão e a alegria que acompanham o amor, o viver, e cada eventual rutura. Estou lentamente a aprender a aceitar onde estou, como sou. Esta lenta aprendizagem faz com que eu simplesmente acredite na pessoa em que me estou a tornar.
E nada nem ninguém pode destruir o que venho construindo em mim…
A vida é melhor quando choramos um pouco, rimos muito e agradecemos por tudo o que temos.
E... a serenidade atinge-se quando sentimos quem realmente somos. Quando temos tempo para refletir e perceber quem fomos, quem somos e quem queremos ser. Quando temos a certeza dos nossos sonhos e, principalmente, daquilo que não queremos na nossa vida. Essa serenidade é como um silêncio diferente. Agradável. Calmante. Não é fácil atingir a plenitude da serenidade, mas precisamos de tempo para trabalharmos em nós próprios. Para escrevermos todos os capítulos da nossa vida. Fazer escolhas. Ultrapassar barreiras e dificuldades. Definir objetivos e desafiarmo-nos a nós mesmos. Ainda há pouco tempo entrámos em 2023 e, aqui no lugar que o Universo escolheu para mim, sinto muitas vezes essa serenidade. E preparo-me para escrever mais capítulos da minha história.
Porque eu sou uma Mulher. Mas não sou uma qualquer.
Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente
Quem destrói seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e o seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos...
Vamos VIVER hoje! ARRISCAR hoje! FAZER hoje!
Não te deixes morrer lentamente!
(Martha Medeiros)
NÃO TE ESQUEÇAS DE SER FELIZ


Comentários
Enviar um comentário