Lua e Sol - Inspiração
Chegou finalmente o verão a sério. Até o vento sabe bem, agora (desde que não seja na praia)...
Hoje acordei super cedo, não é normal mas acontece às vezes, mais ainda no verão. Fico feliz por poder ter um dia mais longo. Vou à cozinha e dou de caras com a LUA, CHEIA de si, ali ainda a provocar-me. Ontem à noite me enamorava dela, da minha varanda, senti saudades de apaixonar-me novamente, de dar abraços e beijos à luz do luar. Mas não tenho pressa, ainda há-de chegar a pessoa certa no momento certo.
Do outro lado, surpreende-me o nascer do sol com toda a sua pujança, OMG! São pequenos momentos como estes que me deixam extasiada, de repente. Serei normal?... ou serei sortuda, com tempo de sobra para apreciar estes minutinhos únicos a cada dia, a cada mês; seja o que for, sinto-me abençoada por ser assim. Fosse muita gente no mundo igual a mim, veríamos sempre tudo cor-de-rosa ou cor de fogo, a da paixão; só unicórnios neste imaginário, sem tempo para pensar em coisas ruins. Às vezes levo alguma cacetada e caio na real, mas depois volta tudo ao mesmo. A essência nunca muda.
Adoro ver o nascer e o por do sol. Lembra-me o RENASCER ou RENOVAR a cada dia, com novas ideias, novas práticas saudáveis. Ah by the way: comecei a ir ao ginásio, de novo, depois de tanto tempo inativa e sem nada decidir.
E com a poderosa energia transformadora da Lua somos levados a reconhecer e confrontar as partes nefastas do nosso ego, a identificar e tratar os nossos padrões emocionais mais profundos. Ela ensina-nos sobre vulnerabilidade, sobre a natureza cíclica de todas as coisas e sobre o poder de reconhecer e integrar as nossas sombras, para que a nossa luz irradie para o mundo.
Na fase de Lua Cheia ela está na sua plenitude, oposta ao Sol em relação à Terra, exibindo o seu lado iluminado na totalidade, como um disco completo e resplandecente no céu noturno. Esta fase é associada à colheita, realização e expansão; à celebração; à gratidão; ao aumento de energia criativa; a descargas emocionais; a práticas mágicas.
Acordar assim de manhã, positiva, com imensa gratidão, pensando em tantos privilégios que tenho: estar viva, poder respirar, caminhar, pensar e sentir livremente, poder tocar e amar...Sei que esta positividade não é para qualquer simples mortal, mas vale a pena tentar, até conseguir. Eu posso lembrar disso, se alguém quiser. Mas às vezes, a pessoa não está interessada, quer continuar na negatividade, na sombra. São escolhas que se fazem.
Julho e agosto, tempo de descanso. Não para mim agora, mas para milhares de pessoas que descem por aí abaixo para desfrutar de um SOL sempre a brilhar. Quando há tempo nublado e até chove por outras bandas. Aqui um calor tórrido, bom para quem gosta e para quem pode (€€€), na época alta. As férias podem ser boas aqui ou no país vizinho, o de nuestros hermanos, onde (dizem) há mais qualidade de serviços e melhores preços!
Eu prefiro ir tirando os meus dias de descanso ao longo do ano, seja uma semana ou 15 dias, uma vez por outra. Neste lugar tenho a sorte de poder sentir-me quase sempre em férias: aos 22 dias concedidos pela lei do trabalho, acrescento ainda os 52 fins-de-semana que me dão a liberdade de ir onde eu quiser, ou simplesmente relaxar em casa, o meu pequeno mundo. São assim um total 126 dias, uma terça parte do ano - não posso queixar-me. LOL (Viva La Vida y La Playa!)


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