Deus nos livre!
Basta ligar a TV no horário das notícias e continuamente nos damos conta de que o mundo está completamente desequilibrado (como a maioria das pessoas, infelizmente). As guerras intermináveis, sem falar das catástrofes naturais: sismos, tempestades, ciclones, cheias em alguns lugares, seca tremenda em outros, ondas de calor, gelo ou degelo onde ou quando não seria suposto, o mundo está uma catástrofe. Sem falar do marketing agressivo que nos invade diariamente, sem consentimento - e ainda aquela hipocrisia da proteção de dados, onde? – o sistema a falhar em algumas instituições que deveriam ser credíveis! (estes dias andava a receber faturas de um contrato de eletricidade inexistente, e intimação para pagar os valores em dívida!) … ETC. Tudo isto cansa, sempre temos que reclamar por tudo e por nada, até estranhamos quando tudo corre bem. Onde vamos parar? Melhor nem pensar, vamos (vi)vendo.
Será que alguém (como eu) já pensou no maior medo? Especialmente os mais solitários, na sua solitude bem resolvida (ou não), habituados que estão a sentir-se conectados de modo permanente através da moderna tecnologia, ou os mais jovens que já nasceram “ligados à máquina”, o que irá suceder se houver um apagão repentino e duradouro, sem eletricidade, sem podermos comunicar com amigos, familiares… Habituados que estamos a ter tudo facilitado e, mais do que nunca, a depender do telemóvel para tudo, com as aplicações e afins, etc., adivinho que muita gente vai pirar, com certeza. Nem quero imaginar.
Se isso acontecer, e não parece assim uma ideia tão despropositada ou longe da realidade, por aquilo que assistimos ao nosso redor, que ao menos não seja uma situação duradoura. Que seja um apagão rapidinho ou, falo por mim, irei sentir-me muito sozinha, longe de todos e sem comunicar. Família, Amigos, HELP!
Apesar de tanta gente destrambelhada, deceções, incompatibilidades, somos seres sociáveis, precisamos todos uns dos outros, pois estamos no mesmo barco. Então, para quê tanto desentendimento, que vai originar as guerras…
Passo por uma jovem grávida e meu pensamento imediato “são as guerras a matar inocentes e outros a nascer, sem saber para o que vêm”! OMG !
Seria um mundo bem melhor se as pessoas usassem a honestidade como lema de vida, pudessem entender ou colocar-se no lugar do outro, e talvez “vamos tentar mesmo com as nossas diferenças?”…
Porém… feliz de quem, apesar de tudo, pensa que a VIDA é uma bênção e o bonito de VIVER é que em meio ao cansaço da vida, todos os dias ao acordar a gente encontra forças em algum canto de nós, ou um motivo para secar as lágrimas, para pôr um sorriso no rosto, e seguir em frente!


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